Toda criação carrega vestígios do que foi apagado.
Interior paulista, anos 1940. Alice é arquiteta brilhante e meticulosa. Durante anos, sustenta um pacto silencioso — em parte porque ele a protege, em parte porque ele a aprisiona.
Ao retornar à cidade natal e reencontrar Wilda, antiga cuidadora da família, Alice é forçada a confrontar o apagamento que ela mesma ajudou a perpetuar.
Não é um filme sobre vítima e algoz.
É sobre uma mulher atravessando
a própria cumplicidade.
O conflito não explode.
Infiltra-se.
Um elenco que combina trajetórias do cinema autoral premiado com presença consolidada em streaming e televisão. Direção de Lee Taylor, em sua estreia em longa-metragem após décadas como ator.
Estreia em longa-metragem
Ator reconhecido nacional e internacionalmente, com trajetória de décadas em frente às câmeras. Em Palimpsesto, Lee Taylor assina sua estreia na direção de longas — escolha que define o tom do filme: um cinema de atores, detalhista, com foco em silêncio, gesto e construção de tensão psicológica.
Recentemente esteve em Dias Perfeitos, de Wim Wenders, em cartaz no Brasil pela O2 Play.
Estamos articulando captação para finalização e estratégia internacional. Conversas abertas em quatro frentes complementares.
Pós-produção integral — som, trilha original, correção de cor, masterização e DCP — para entrega no primeiro semestre de 2027.
Parceria de lançamento brasileiro com janela atrelada à estratégia de festivais. Diálogo em curso com distribuidoras de cinema autoral.
Agentes de vendas interessados em representar o projeto em mercados de coprodução e aquisição na Europa e América Latina.
Parceiros estratégicos brasileiros e internacionais para fortalecer a trajetória do filme em festivais e mercados internacionais.